As mudanças no mundo do trabalho e a educação
“Atualmente, criou-se até os neologismos “inempregáveis” para referir-se aos contingentes que, na nova ordem globalizada em que se insere o Brasil, não terão nenhuma vez, numa certa visão fatalística de que a chamada reestruturação produtiva dividirá os grupos entre assimiláveis (empregáveis) e largo grupo de excluídos. Francisco de Oliveira estima que cerca de 50% da população economicamente ativa estariam condenados à marginalização.” (Sawaia, 2001, p.43).
Nos tempos que nos cercam existe a visão Toyotista, de valorização do ser humano, imprimindo-lhe caráter criativo e flexível. Para que o nosso sistema educacional se encaixe a novos tempos é necessário uma mudança de postura que nos leve a proporcionar uma educação de inclusão, respeitosa que forme antes de tudo cidadãos pensantes e flexíveis, capazes de resolver problemas e adaptar-se as situações diversas do dia-a-dia.
Bauman, em seu livro Globalização. As conseqüências Humanas, na página 48, diz: ”São necessários novos mapas que conduzam a caminhos novos, humanizantes; que conduzam a novas relações que sejam pluralistas e democráticas, participativas”.

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